quinta-feira, 26 de março de 2020

DUCHA CORONA


segunda-feira, 23 de março de 2020

XAROPÃO E BOZÃO

A imagem pode conter: texto que diz "XAROPÃO ENTREVISTA CAPITÃO CORONA ESTAMOS AQUI COM ESSE HOMEM LINDO CAPITÃO ANTES DE COMEÇAR, QUERO DIZER QUE SE SENHOR ESPIRRAR, SAÚDE, AGORA DUAS PERGUNTAS PARA ESSE GENEROSO E BELO HOMEM: FRAQUEZA E UM PODER? ÁLCOOL EM GEL MEU CINTO DE UTILIDADES DE FAKE NEWS, TALQUEY?"

quinta-feira, 19 de março de 2020

NÃO VOU DESISTIR... Não, isso não é ufanismo

Trabalhar com o que gosta e ganhar dinheiro nem sempre é um casamento feliz, harmonioso, romântico...
Para fazer uma simples charge ou cartoon utilizo uma caneta bic, faço foto com o celular e pintura digital com o velho amigo Photoshop manuseando uma caneta-mouse comprada em regime de urgência, já que a mesa digital morreu estafada (bom descanso, amiga).
Mas amo o que faço, embora desenhar não seja o meu sustento procuro encontrar um buraco no tempo para fazer o que sempre fiz (encher o saco de alguns) rabiscar e protestar. NO fundo me sinto jogando uma gotinha de água no incêndio da floresta, como diz aquela velha máxima do beija-flor.
Acredito que Deus vai olhar pra mim presentear a mim e a Sinthia (minha filha desenha pra caramba!) brevemente com uma mesa nova para colorir um pouco mais a internet.
Obrigado por prestigiar meu trabalho.
Marcos Mauricio.

segunda-feira, 9 de março de 2020

3 motivos para você registrar sua marca HOJE no INPI



Você já tentou brincar de fazer rap, mas se perdeu nas rimas? Tentou escrever uma redação com tema livre, mas a folha ficou em branco? Ou até já arriscou bolar, de brincadeira, um slogan inovador para alguma marca famosa?
Se você não é um compositor, escritor ou publicitário, você entendeu o meu ponto: criar algo novo é MUITO desafiador.
E é exatamente por isso que, se você conseguiu criar algo – uma marca diferenciada para a sua empresa ou o próprio nome dela, um novo produto, projeto ou outra ideia similar – você precisa proteger essa criação. E isso NÃO pode esperar.
No Brasil, essa espécie de registro é feita no INPI – Instituto Nacional da Propriedade Industrial (http://www.inpi.gov.br/). O processo não é simples. Envolve regras do Código Civil, Código Penal, Lei de Propriedade Industrial, Lei de Direitos Autorais, Convenção da União de Paris, e outras normas.
Por isso, a ideia aqui não é aprofundar no tema mas, em termos práticos, mostrar 3 motivos para você iniciar o processo de registro AINDA HOJE:
1) Plágio é crime. Se houver uma marca ou patente já registrada, e você utiliza-la como se fosse de sua autoria, pode responder por crime e ainda ter de pagar indenização.
Daí porque o primeiro passo no processo de registro de marca é fazer uma busca para saber se alguém já não registrou uma criação parecida com a sua.
2) Quem não registra, não é dono. Se outra pessoa ou empresa registrar a sua marca ou patente antes de você, a rigor, a propriedade será dela.
Por isso, é essencial iniciar o processo de registro antes de tornar pública a sua criação.
3) [PARA EMPRESAS] Crescimento de marca e diferenciação. O desenvolvimento de marca é uma das partes mais importantes da constituição de um negócio.
Não foi o acaso que fez iogurte virar Danone e lã de aço virar Bombril; foi muito investimento no fortalecimento dessas e de tantas outras marcas que se tornaram sinônimos de qualidade. Assim, para a sua empresa crescer, comece protegendo o nome e a marca.
Como já concordamos: criar algo novo é MUITO desafiador! Então, se você teve uma grande ideia, criando algo realmente original, você entende o valor disso mais do que qualquer outra pessoa.
Seja uma marca de empresa, de produto ou de serviço, seja um projeto industrial, ou qualquer outra criação similar, registre HOJE, porque amanhã já poderá ser tarde.
O objetivo aqui foi resumir o ponto de vista prático e despertar um senso de prevenção. Portanto, fica sempre o conselho de buscar assessoria jurídica para lidar com o seu processo e com outras questões que podem surgir.
Dúvidas? Respondo a todas! Envie para bruno@zaramello.com
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Bruno ZaramelloPRO

ALTA

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QUEM É DE ITABUNA VAI ENTENDER

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ANTIESTRESSE

MAIS UMA DO BOZO

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domingo, 2 de fevereiro de 2020

NOSSO KITUT NÃO ERA SPAM

Não tenho ideia de como era feito nem mesmo de quê era feito. Mas o tal do Kitut de Boi Wilson era um trem que eu comia muito e gostava, principalmente frito na manteiga e acrescentado uma farinha de Buerarema com pimenta malagueta, pimentão e cebola. Uma generosa xícara de café (daquele moído na hora na venda do seu Figueiredo) era obrigação.
O Kitut, ou fiambre, era popular também na Inglaterra com o nome de SPAM. Segundo conta-se, um restaurante na década de 70, servia o SPAM em todos os pratos, até mesmo quando o cliente não pedia. Daí virou sinônimo no infomatiquês, inicialmente, de emails indesejados - o equivalente às chamadas de telemarketing que abusam 24 horas. Marcos Mauricio

quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

OLHA O TAMANHO DESSE BIXO



Alguém me disse que se chama "barata d'água". Encontrei ontem à noite embaixo do meu carro lá no Cond. São José - Itabuna-BA. Quando tentei afastar cuidadosamente com a vassoura ele, ignorante, deu uma de valente, mas escondeu-se logo em seguida num matagal. Aposto um quilo de costela que você nunca viu um desse. Marcos Mauricio.

terça-feira, 17 de dezembro de 2019

3, 2, 1... JÁ

DESENHO ANTI-ESTRESSE PARA BAIXAR - MONSTRINHOS

Estou trabalhando alguns desenhos anti-estresse para pintar. Use caneta hidrográfica, lápis de cor, cera ou o que você preferir. A impressão é melhor em papel de gramatura 180g. Caso queira outros desenhos, basta solicitar no email marcosmauricio@gmail.com e diga um tema de sua preferencia. è di grátis. Marcos Mauricio.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

O Natal e A Morte de Ivan Ilitch



"A Morte de Ivan Ilitch" é uma novela escrita por Liev Tolstói em 1886. Trata-se de um livro muito pequeno, mas, ainda assim, uma das maiores obras da literatura universal.
É verdadeiramente uma novela no sentido correto da expressão, ou seja, uma história breve contada em cima de um só fato, que é, evidentemente, a morte de Ivan Ilitch.
A história de inicia em seu funeral e retorna ao passado, narrando, na verdade, a vida de Ivan Ilitch, um bem sucedido juiz, casado com uma bela e afortunada mulher e pai de dois filhos. Uma vida de sonho, aparentemente.
Após Ivan Ilitch alcançar uma promoção que muito desejava, a família é obrigada a se mudar de cidade. Ele parte antes dos seus para adquirir e decorar o novo apartamento.
Porém, um acidente doméstico aparentemente sem importância faz com que acabe acamado e agonizante até que, enfim, a morte lhe alcançou.
Nesse ínterim ele passa a refletir sobre sua vida e suas escolhas. Percebe que a carreira vitoriosa e próspera como juiz, pela qual tinha em enorme estima, não tinha mais nenhuma importância diante da morte iminente. E que a família que formou, apesar de bela, abastada, até mesmo invejável, não parecia possuir vínculos maiores do que se teria em um negócio.
A esposa parece não se importar tanto com a morte do marido e se ocupa em pensar na própria vida após a viuvez. No final das contas, para Ivan Ilitch, apenas a companhia do filho de 14 anos e a de um criado pareciam verdadeiras e com real significado e importância diante da morte.
A novela não apenas nos faz refletir sobre a importância das coisas, mas, muito além, nos mostra que somente diante da perspectiva da morte é que conseguimos compreender e discriminar o que é realmente importante.
Como a vida imita a arte, nesta semana soube da morte de um senhor que conhecia do interior de São Paulo. Era um homem extremamente rico, cheio de propriedades e que nunca desejou nem mesmo se casar, não por se julgar um "solteirão", mas, primordialmente, porque não queria ter que dividir dinheiro ou aumentar suas despesas.
Quando ele estava no hospital, já com situação de saúde muito precária, irreversível, mas ainda profundamente (profundamente mesmo?) lúcido, recebia visitas de funcionários seus, que estavam acompanhando obras e reformas de alguns de seus imóveis.
Questionando o funcionário sobre o quanto pagou para pintura, para assentar o piso etc., ele retrucou: "Está caro demais! Pare a obra enquanto eu estiver no hospital que quando eu sair daqui eu mesmo vou lidar com isso!".
Só que ele saiu de lá para uma nova morada, dessa vez eterna. E mesmo diante da iminência disso, ao contrário de Ivan Ilitch, esse senhor não foi capaz de percebê-la, nem de refletir sobre o que estaria por vir ou sobre o que ele havia vivido ao longo de seus mais de oitenta anos. Em sua cabeça, era como se fosse viver para sempre. Tenho dificuldade de imaginar uma morte mais triste do que essa.
Enfim, estamos prestes a celebrar mais um Natal, a lembrança da vinda de Deus na condição humana, para, como Ele próprio disse, dar a todos vida em abundância (João 10:10).
E essa vida farta que Ele quer dar contempla não só a presente, mas, também, a vida que há de vir. Ironicamente, porém, só poderemos ter vida em abundância, tanto agora quanto depois, se tivermos diante de nossas vistas a morte, sem a qual nada fará verdadeiro sentido.
Com isso, estimo que, em diante, nossos clientes, amigos, leitores e colegas busquem viver como Ivan Ilitch morreu, forma de se buscar sempre a vida em abundância.
Feliz Natal e Próspero 2020!


Por Bruno Barchi Muniz - 
Sócio advogado no escritório Losinskas, Barchi Muniz Advogados Associados

terça-feira, 10 de dezembro de 2019

O IDIOTA E A PIRRALHA


“A Travessia do Grão Profundo”, de Paulo Atto, se apresenta neste fim de semana na Tenda

A Travessia do Grão Profundo, novo espetáculo do dramaturgo e diretor teatral baiano Paulo Atto, fará duas apresentações neste final de semana em Ilhéus. O espetáculo acaba de encerrar uma temporada em Salvador no mês de novembro e foi muito bem recebida pelo público e pela imprensa da capital. Agora se apresenta na Tenda Teatro Popular de Ilhéus dias 13 e 14 de dezembro (sexta e sábado), às 20 horas.
Com duração de 70 minutos, a peça conta a história de Zinho, um jovem que sai em busca de seu pai através da caatinga, que migrou abandonando a família. Atto assina o texto e a direção e o ator Marcos de Assis assume o papel do personagem principal. “A Travessia do grão profundo reflete também sobre nossa cultura e sua diversidade ao contar histórias sobre os modos de ser do sertão, seus hábitos, falares e personagens cômicos e únicos”, explica o diretor Paulo Atto.
A busca de Zinho termina por levá-lo a manter contato com um sertão profundo, muito ligado às raízes e ao imaginário de sua gente, a mergulhar na sonoridade sertaneja, na religiosidade, na prosa particular com seu rico vocabulário e a maneira de reconstruir os mitos do sertão através de personagens tragicômicos.
A Travessia do Grão Profundo é uma criação do Centro Internacional Avatar de Artes (CIACEN) Cia Avatar / Núcleo Caatinga, Grupo Quixabeira com apoio financeiro do fundo Municipal de Cultura de Irecê. As apresentações na cidade contam com o patrocínio do Vesúvio e Cacá Colchões. Os ingressos já estão à venda, e podem ser adquiridos a R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia), na Tenda, ou no site www.teatropopulardeilheus.com.br/programacao.