quinta-feira, 12 de setembro de 2019

VÉI SONEGADOR


terça-feira, 10 de setembro de 2019

Atores de 'Todo Mundo Odeia o Chris' pedem animação após desenho de brasileiro


Por Estadão Conteúdo - Versão animada do seriado, feita por Rafael Gandine - Foto: Divulgação/Instagram

Todo Mundo Odeia o Chris foi foi um seriado de sucesso no Brasil, principalmente devido ao período em que era exibido pela Record TV. Agora, dez anos após o fim da produção, alguns atores da trama estão pedindo uma série animada depois de descobrirem um trabalho feito por um ilustrador brasileiro.
No ano passado, Rafael Gandine publicou em seu perfil no Instagram o resultado de um projeto no qual usou os personagens de Todo Mundo Odeia o Chris para elaborar uma versão animada.
Embora as imagens tenham sido publicadas em 11 de outubro de 2018, foi só neste fim de semana que o trabalho repercutiu após o ator Terry Crews, que interpretou Julius no seriado, compartilhar a obra de Gandine na rede social.
"Que grande ideia! Por favor, façam o desenho animado de Todo Mundo Odeia o Chris", escreveu Crews na legenda, na qual marcou o próprio Gandine, outros atores do núcleo principal do seriado e Chris Rock, criador da produção televisiva.
O ator Tequan Richmond, que fez o papel de Drew, também se empolgou com o desenho criado por Gandine. Na foto compartilhada por Crews, ele perguntou: "podemos fazer isso acontecer?". O intérprete de Julius respondeu: "Tenho certeza de que podemos fazer isso!"
Richmond também publicou a foto no seu perfil no Instagram e disse: "Sim, pessoal, vamos fazer isso! A série animada de Todo Mundo Odeia o Chris". A atriz Imani Hakim, que atuava no papel de Tonya, replicou a publicação de Richmond em seus stories da rede social.

quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Prêmios que distribuem quase R$ 25 milhões para área cultural entram na reta final de inscrições


Termina às 23h59 do dia 12 de setembro o prazo de inscrições no Prêmio Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura e do Prêmio Catarinense de Cinema que, juntos, distribuirão R$ 24.860 milhões a projetos da área cultural. Para participar da edição de 2019 dos editais, os projetos devem ser inscritos nas plataformas, criadas especialmente para este fim, disponíveis no site cultura.sc.gov.br.
Prêmio Elisabete Anderle
A principal ferramenta de fomento à arte em Santa Catarina distribuirá R$ 5,6 milhões a projetos de três áreas: Patrimônio Cultural, Artes e Artes Populares. Os recursos são do Governo do Estado de Santa Catarina, com promoção da Fundação Catarinense de Cultura (FCC).
Proponentes de todo o estado podem submeter seus projetos para os três editais que compõem o Prêmio Elisabete Anderle. O Edital de Patrimônio Cultural premiará projetos nas categorias Patrimônio Material; Patrimônio Imaterial; Museus; e Bibliotecas Públicas. O Edital de Artes Populares contemplará as categorias Artes Circenses; Culturas Populares e Diversidades; Culturas Negras e Afro-Brasileiras; e Culturas dos Povos Indígenas. E o Edital de Artes se subdivide nas categorias Artes Visuais; Dança; Música; Teatro; e Letras - Livro, Leitura e Literatura.

CAPES - APROVADOS NO VESTIBULAR EAD NA UESC TEM MATRÍCULAS SUSPENSAS

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segunda-feira, 2 de setembro de 2019

Pesquisadores temem colapso das agências de fomento à ciência no Brasil

Lideranças da comunidade científica entregam uma cópia da petição em defesa do CNPq ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia – Foto: Divulgação SBPC

JORNAL DA USP - Por Herton Escobar - Aciência brasileira nunca olhou para o calendário com tamanha apreensão. Setembro surge no horizonte acompanhado de um prognóstico tenebroso, que assombra a comunidade científica já há alguns anos: o colapso das agências de fomento federais — em especial, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
Criado em 1951 — muito antes mesmo do ministério ao qual hoje ele está vinculado —, o CNPq é uma pedra fundamental do sistema de ciência e tecnologia no Brasil, responsável por apoiar o desenvolvimento de pesquisas científicas no País por meio de bolsas e financiamento de projetos. Difícil achar um bom cientista brasileiro, seja no setor público ou privado, que não seja ou tenha sido apoiado pelo CNPq em algum momento da sua carreira.
Pois bem: após cinco anos de uma hemorragia orçamentária contínua, imposta por sucessivos cortes e contingenciamentos do governo federal, o CNPq está agora à beira da falência. Literalmente. O valor desembolsado pela agência com fomento (financiamento de projetos) encolheu 65% desde 2014, reduzindo-se a míseros R$ 270 milhões em 2018, segundo um levantamento feito pelo professor Carlos Henrique de Brito Cruz (tabela e gráficos abaixo).

Bienal do Livro do Rio de Janeiro tem visitas para pessoas com deficiência visual


Portugal Digital com Agência Brasil - Dois guias acompanham crianças e adultos no passeio pelo espaço que retrata uma floresta e que conhecerão por meio de audiodescrição e experiência sensorial. Na toca de leitura, a Bienal vai disponibilizar para esses vistantes livros em ‘braille’ (sistema de escrita tátil utilizado por pessoas cegas ou com baixa visão).
As visitas prosseguirão em 1º, 4, 5, 6, 7 e 8 de setembro, às 9h, durante a semana, e às 10h, nos finais de semana. Os grupos são limitados a 20 pessoas. A inscrição pode ser realizada no site da Bienal (www.bienaldolivro.com.br). O ponto de encontro será no balcão de informações do Pavilhão das Artes, na entrada do festival literário.
Os dias 2 e 3 de setembro estão reservados para 40 crianças com deficiência visual, alunas do Instituto Benjamin Constant, que receberam convites para visitar a Bienal.
Considerada a Bienal mais acessível da história, a feira do livro do Rio tem nesta edição, também pela primeira vez, todas as sessões da programação oficial com tradução em libras, para atender às necessidades de comunicação de deficientes auditivos.
O funcionamento da Bienal é de 9h às 21h, nos dias de semana; de 9h às 22h, na sexta-feira; e de 10h às 22h, nos fins de semana.